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Atividade física em excesso causa acúmulo de radicais livres

Atividade física em excesso causa acúmulo de radicais livres

Radicais livres: mais uma salada de letras que assombra aqueles que se preocupam com a boa saúde e tem na atividade física regular um meio de obtê-la. 
 
Radicais livres são frações de moléculas, fragmentos, que resultam de todo o processo da produção de energia pelo tecido muscular. Eles são extremamente instáveis e sua ativação causa lesão do tecido muscular. 
 
Embora o metabolismo exigido na produção de energia para atividade física termine na formação desses radicais, além de outras moléculas, somente o excesso de exercícios, atividade física intensa e prolongada, faz com que o seu acúmulo seja prejudicial à saúde. Excluindo carências nutricionais e doenças, basta que a atividade física seja de intensidade moderada em seu volume semanal para prevenir o problema. 
 
A atividade física intensa consiste em um consumo máximo de oxigênio e é algo extenuante. Envolve realizar um treino por um período maior do que aquele com o qual estava habituada. Outras características são fazer um treino mais extenuante do que o normal e realiza-lo mais de três vezes por semana. 
 
No entanto, se por qualquer razão você for obrigado a se submeter a um treinamento intenso, esteja preparado para os efeitos nocivos como consequências do acúmulo desses radicais que vão desde dor devido ao processo inflamatório que se estabelece até grandes destruições de tecido muscular. 
 
Entre os fatores que desencadeiam a lesão muscular pelo efeito nocivo dos radicais livres, o estresse mecânico vinculado ao excesso, é um dos mais relevantes, principalmente se resultado de exercícios musculares excêntricos. Tratam-se daqueles que vão além da capacidade do músculo de produzir energia e assim ele realiza um movimento contrário a sua ação. Um exemplo disso é o cotovelo que se abre para fora quando a pessoa carrega muito peso. 
 
Como consequência, há fadiga e perda de força que é maior do que a produzida pelos trabalhos concêntricos, movimento a favor da contração do músculo, embora estes em excesso possam trazer efeito semelhante. 
 
É fácil perceber que a persistência da alta intensidade dos exercícios de maneira continuada e prolongada leva a danos ao tecido muscular. Estes danos podem ser permanentes e se agravam com a perda natural da força e resistência ocorrida com o passar dos anos. 
 
Outro ponto principal a ser esclarecido é a ação do oxigênio, ou da falta dele. A atividade física intensa e prolongada impede o adequado aporte de oxigênio, mais uma causa de estresse na produção de energia pelo músculo. Este fenômeno leva a uma menor produção de antioxidantes como as vitaminas A, E, C e de elementos como o zinco e magnésio, essenciais no bloqueio da indesejada ação dos radicais livres. 
 
Como prevenir o problema
 
Ficou com má impressão lendo este artigo? Então vamos desfazê-la: pratique atividade física moderada e regular que seus radicais livres serão naturalmente combatidos pela produção adequada de antioxidantes e você continuará usufruindo tudo o que de bom o exercício traz para o nosso organismo. Além disso, mantenha uma dieta balanceada com grande variedade de alimentos.  
Torta de Pão de Forma

Torta de Pão de Forma

No liquidificador bata o leite, a margarina, a farinha de trigo, o caldo de galinha
Coloque em uma panela e leve ao forno, mexendo até engrossar
Reserve
Forre um tabuleiro grande com o pão de forma, coloque por cima o creme branco que foi reservado, por cima, coloque o molho de tomate, em seguida, o milho, a azeitona, o presunto
E finalize colocando por cima de tudo as fatias de queijo e salpique o orégano
Leve ao forno até que o queijo derreta e doure
Obs O presento pode ser substituído por outro tipo de carne (ex frango desfiado, carne de panela desfiada, calabresa triturada) ou pode ser retirado caso não queira acrescentar algum tipo de carne
O molho de tomate também pode ser substituído por um caseiro (3 tomates grandes, 1 cebola grande, 3 dentes de alho, sal a gosto)
Pique tudo do tamanho que desejar ou bata tudo no liquidificador
Leve ao fogo até reduzir de volume
Como andar com carro rebaixado

Como andar com carro rebaixado

O amortecedor é um componente da suspensão do veículo e é responsável pelo controle das molas para evitar balanços excessivos e garantir a segurança do automóvel e de seus ocupantes. Sinais como menor estabilidade em curvas, maior distância para a frenagem, desgastes de pneus e peças da suspensão, risco de aquaplanagem, balanço excessivo e vibrações indicam que a vida útil do amortecedor já está comprometida, assim, se você perceber qualquer anormalidade na suspensão é imprescindível que se faça uma revisão ou que se troquem as peças necessárias.
 
Para a galera que tem carro rebaixado na “brabeza” as sensações de desconforto são mais perceptíveis. Para a turma dos rebaixados o recado é claro. Não adianta ficar desesperado, a melhor maneira de se conduzir para evitar qualquer tipo de obstáculos é dirigindo com atenção, pois as ruas das grandes cidades escondem armadilhas constantes para os carros rebaixados. Evitar ruas com lombadas é uma boa solução, mesmo que para isso o trajeto se torne ainda mais longo. Desta forma pode-se estar evitando prejuízos maiores e mais caros. Cuidados básicos como estes para manter a conservação dos componentes da suspensão não podem ser esquecidos. “É completamente possível evitar maiores danos, mas arranhões e raspões são inevitáveis. E como dizem, ‘este é o preço do sucesso’”. Rodar com um carro rebaixado requer que seu dono esteja consciente dos cuidados que um rebaixado exige.
 
Entradas em garagens, valetas, buracos e lombadas (muitas das vezes irregulares) acabam surgindo como obstáculos cotidianos dificultando a vida dos carros rebaixados. A velha solução de entrar de lado nas lombadas e em guias rebaixadas pode acabar corrompendo o monobloco do carro ou sobrecarregando alguma das suspensões. Lembre-se que carros com suspensão rebaixada ficam muito próximos ao solo. Dirigir com cuidado, ficar ligado nas ruas em que se trafega e andar sempre em baixas velocidades ainda é a melhor solução para evitar surpresas desagradáveis.
 
AQUI VÃO ALGUMAS DICAS PARA SE RODAR TRANQUILO COM UM CARRO REBAIXADO.
 
1- Saídas de garagens exigem que o carro esteja com o menor peso possível, preferencialmente com o motorista apenas;
2- As valetas devem ser atravessadas em primeira marcha e sem se usar o freio. Porém, é preciso que se passe reto e devagar, acelerando apenas no fim;
 
3- Em lombadas é preciso reduzir antes e frear. Evite passar com o carro de lado para não empenar a carroceria, rachar o monobloco ou sobrecarregar a suspensão;
 
4- Caso você esteja em alta velocidade e surgir um buraco ou uma lombada as dicas são as seguintes:
a) Mantenha a velocidade constante;
 
b) Nunca freie no buraco ou na lombada. A roda parada concentra o impacto num único ponto, o que pode destruí-la para sempre e ainda danificar a suspensão.
 
c) Rodas grandes e pneus de perfil baixo precisam rolar lentamente até encostar-se ao obstáculo evitando o impacto direto e o surgimento de bolhas.
 
Essas são dicas bem úteis para se preservar a suspensão dos carros, especialmente as de carros rebaixados. As dicas estão ai, agora é só aproveitar o passeio no seu possante rebaixado.
 
Texto: Eduardo Silva.
Fotos: Divulgação – Internet.
Confira todas as dicas...

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