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Calibrar pneus

Calibrar pneus

Pneu descalibrado pode aumentar o consumo em até 20%! A calibragem deve ser semanal e com os pneus ainda frios (rodar menos de 3km). Esqueça as "28 libras" que o frentista costuma colocar, siga o que diz o manual do veiculo.

Não está com o manual em mãos? Sem problema, procure na portinhola do bocal do tanque ou na coluna da porta por uma etiqueta do fabricante indicando a pressão correta. Se for pegar estrada, pode colocar até 10% a mais que o indicado para a carga indicada (mas, cuidado com a pressão máxima admitida pelo pneu, nunca ultrapasse 90% dela!). Na hora de comprar pneus novos, dê preferência para os modelos com menor resistência a rolagem, com eles você consumira menos combustível.

Trocas de pneus

Trocas de pneus

Vamos falar a verdade. Pneu é “caro pra chuchu”. Às vezes, só se tem o dinheiro para trocar dois pneus e não os quatro, como é o ideal. Neste caso, o que fazer? 
 
A maioria das pessoas troca os pneus dianteiros. Errado. 
 
Luciano Burti foi até um campo de provas de um grande fabricante de pneu, em Paulínea, interior São Paulo, para fazer o teste. 
 
Primeiro um carro circula com os pneus carecas atrás e os novos na frente. Ao entrar numa curva, com a pista molhada o carro perde o controle. “Se estivéssemos em uma rua e não em um campo de provas, um acidente poderia ter acontecido”.
 
Agora invertemos: os pneus carecas na frente e os novos atrás. “Não acontece nada, o carro não escapa e o carro mantém a sua trajetória. Quando você opta por trocar só dois pneus, a melhor opção é colocar os novos no eixo traseiro”.
Como combater a boca seca?

Como combater a boca seca?

Quando se fala em boca seca, geralmente tem-se a impressão de uma condição que apenas incomoda, mas trata-se de um problema que, além de ‘roubar’ todo o paladar e o sabor dos alimentos, compromete a saúde oral.
 
De acordo com Rodrigo Bueno de Moraes, cirurgião-dentista que vai coordenar o simpósio sobre “Boca seca na clínica odontológica”, durante o 30° Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, essa condição pode causar problemas graves, já que a saliva ajuda a prevenir cáries e outros problemas bucais ao limitar a proliferação de bactérias na boca e lubrificar o ambiente bucal.
 
“Além da boa escovação dos dentes e do uso de fio ou fita dental, a saliva contribui para a eliminação de algumas bactérias, bem como diminui a acidez da boca. Também ressalta o paladar e o poder das enzimas salivares de colaborar com a digestão. A boca seca – ou xerostomia – age na contramão, sendo que a pessoa pode apresentar mau hálito, lábios ressecados, dor de garganta, alteração no paladar, dificuldade na fala, dificuldade de engolir alimentos e, principalmente, aumento de cáries, infecções periodontais e inflamações gengivais – resultando na perda total dos dentes naturais caso não recorra a um tratamento adequado”, diz Bueno de Moraes.
 
Na opinião do especialista, boca seca é um fenômeno relacionado com várias situações. Merecem destaque as relacionadas com o desdobramento do uso de medicamentos ou com situações que comprometam a estabilidade da saúde (caso da respiração bucal, das doenças autoimunes e de alguns tratamentos médicos).
 
“Trata-se de um efeito colateral relacionado com mais de 700 drogas conhecidas, entre antidepressivos, anticolinérgicos, anti-hipertensivos, anti-histamínicos, anti-inflamatórios, ansiolíticos, diuréticos, analgésicos, relaxantes musculares e muitas outras. Mas, também, há fatores emocionais – como estresse – que podem desencadear xerostomia, bem como condições específicas que levam ao quadro de boca seca, como tratamento de câncer, síndrome de Sjögren, mal de Parkinson, mal de Alzheimer, Aids e até diabetes, por exemplo”.
 
Rodrigo Bueno de Moraes alerta para a importância de se procurar um cirurgião-dentista tão logo a pessoa sinta as primeiras alterações da mucosa oral, já que a boca seca pode evoluir para lesões, feridas bucais mais severas ou favorecer a perda dos dentes.
 
“Esse paciente tem de ser examinado frequentemente, porque tem um risco bastante aumentado de cáries ou de doenças das gengivas e precisa, portanto, de aplicações tópicas de flúor e manutenção de boca desinfetada para prevenir o agravamento desses quadros”.
 
Além do tratamento odontológico, o cirurgião-dentista aponta cinco ações para estimular a produção de saliva naturalmente:
 
1. Consumir alimentos que estimulam o fluxo de saliva e refrescam o hálito. São eles: rúcula, agrião, aspargos, jiló, salsão, hortelã, maçã, pêra etc.;
 
2. Reaprender o valor de mastigar bem os alimentos. Isso ajuda na produção de saliva e na digestão também;
 
3. Aumentar a ingestão diária de líquidos, dando preferência à água e aos chás de hortelã, erva-doce, boldo e carqueja. Sucos de frutas também são bem-vindos;
 
4. Se empenhar firmemente para parar de fumar, de ingerir bebidas alcoólicas e de usar drogas, porque costumam agravar ainda mais os quadros de boca seca;
 
5. Excluir da rotina a ingestão de doces muito caramelizados, como frutas em calda, balas de goma e de coco, geleias etc.
 
O especialista, por fim, chama atenção para outra questão fundamental na vida dos portadores de boca seca, que é o uso rotineiro do fio dental e de escovas com cerdas macias. “Para todas as pessoas, de modo geral, a frequência adequada dos cuidados diários de higiene bucal é de, no mínimo, duas vezes ao dia para os adultos e de três vezes ao dia para as crianças”.
Confira todas as dicas...

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