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Amortecedores: como usar, quando trocar, como aumentar a sua vida útil.

Amortecedores: como usar, quando trocar, como aumentar a sua vida útil.

Os amortecedores são muito importantes no nosso carro. Eles são responsáveis por controlar e diminuir o balanço e as oscilações que o carro sofre
Os amortecedores são muito importantes no nosso carro. Eles são responsáveis por controlar e diminuir o balanço e as oscilações que o carro sofre. Apenas lembramos do amortecedor quando ele está ruim. O nosso conforto sai bem prejudicado.
 
Quem dá o molejo e o conforto do carro é a mola, mas sem a ajuda do amortecedor, a cada vez que se passasse em cima de uma lombada, o carro ficaria balançando por um bom tempo, o que seria bem irritante.
 
O amortecedor trata de fazer com que o balanço da mola pare rapidamente. Como podemos fazer para que o amortecedor tenha uma maior vida útil? Como devemos usar o carro para que ele seja menos prejudicado e continue funcionando bem?
 
Uma coisa importante a fazer é escolher caminhos mais suaves. Se você pode chegar até a sua casa por uma rua de asfalto e outra de paralelepípedos, você já sabe qual delas deve usar para desgastar menos o amortecedor, é óbvia a escolha.
 
Se os amortecedores tiverem que trabalhar menos, vão poder durar mais. Se tiver que passar por uma rua ruim, sem alternativas, escolha fazer isso devagar. O mesmo vale para as lombadas, passe por elas sem pressa.
 
Para sermos mais gentis com nossos amortecedores, temos sempre que verificar todo o conjunto da suspensão. Se ela estiver boa, não vai maltratar eles. Verifique as buchas. SE tiver alguma rachada ou gasta, tem que trocar.
 
As molas também devem estar boas. Se tivermos molas que já passaram da hora da troca, elas vão cair, ou seja, sustentar menos o carro. Com isso, o veículo inteiro estará apoiado em cima dos amortecedores, o que vai fazer com que eles se gastem bem rápido.
 
Quando trocar os amortecedores? Algumas marcas dizem que temos de fazer a troca a cada 30.000 quilômetros, mas isso nem sempre é necessário. Se o uso que você faz do carro é sempre suave, ou se você sempre anda em estrada, pode ser que eles durem o dobro disso, tranquilamente.
 
E como saber se os amortecedores estão bons? Balance um canto do carro, tanto da dianteira quanto da traseira, empurrando aquela parte com força para baixo. O carro deverá balançar no máximo uma vez.
 
Se ele balançar mais do que isso, os amortecedores não estão bons mais. E prepare-se, pois eles são meio caros. E a idéia de que as molas são mais baratas é errada. Elas muitas vezes custam 80% do valor do respectivo amortecedor.
 
 
Fonte: http://www.itatotal.com.br/dicas-automotivas-visualizar.asp?cod=18
Como combater a boca seca?

Como combater a boca seca?

Quando se fala em boca seca, geralmente tem-se a impressão de uma condição que apenas incomoda, mas trata-se de um problema que, além de ‘roubar’ todo o paladar e o sabor dos alimentos, compromete a saúde oral.
 
De acordo com Rodrigo Bueno de Moraes, cirurgião-dentista que vai coordenar o simpósio sobre “Boca seca na clínica odontológica”, durante o 30° Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo, essa condição pode causar problemas graves, já que a saliva ajuda a prevenir cáries e outros problemas bucais ao limitar a proliferação de bactérias na boca e lubrificar o ambiente bucal.
 
“Além da boa escovação dos dentes e do uso de fio ou fita dental, a saliva contribui para a eliminação de algumas bactérias, bem como diminui a acidez da boca. Também ressalta o paladar e o poder das enzimas salivares de colaborar com a digestão. A boca seca – ou xerostomia – age na contramão, sendo que a pessoa pode apresentar mau hálito, lábios ressecados, dor de garganta, alteração no paladar, dificuldade na fala, dificuldade de engolir alimentos e, principalmente, aumento de cáries, infecções periodontais e inflamações gengivais – resultando na perda total dos dentes naturais caso não recorra a um tratamento adequado”, diz Bueno de Moraes.
 
Na opinião do especialista, boca seca é um fenômeno relacionado com várias situações. Merecem destaque as relacionadas com o desdobramento do uso de medicamentos ou com situações que comprometam a estabilidade da saúde (caso da respiração bucal, das doenças autoimunes e de alguns tratamentos médicos).
 
“Trata-se de um efeito colateral relacionado com mais de 700 drogas conhecidas, entre antidepressivos, anticolinérgicos, anti-hipertensivos, anti-histamínicos, anti-inflamatórios, ansiolíticos, diuréticos, analgésicos, relaxantes musculares e muitas outras. Mas, também, há fatores emocionais – como estresse – que podem desencadear xerostomia, bem como condições específicas que levam ao quadro de boca seca, como tratamento de câncer, síndrome de Sjögren, mal de Parkinson, mal de Alzheimer, Aids e até diabetes, por exemplo”.
 
Rodrigo Bueno de Moraes alerta para a importância de se procurar um cirurgião-dentista tão logo a pessoa sinta as primeiras alterações da mucosa oral, já que a boca seca pode evoluir para lesões, feridas bucais mais severas ou favorecer a perda dos dentes.
 
“Esse paciente tem de ser examinado frequentemente, porque tem um risco bastante aumentado de cáries ou de doenças das gengivas e precisa, portanto, de aplicações tópicas de flúor e manutenção de boca desinfetada para prevenir o agravamento desses quadros”.
 
Além do tratamento odontológico, o cirurgião-dentista aponta cinco ações para estimular a produção de saliva naturalmente:
 
1. Consumir alimentos que estimulam o fluxo de saliva e refrescam o hálito. São eles: rúcula, agrião, aspargos, jiló, salsão, hortelã, maçã, pêra etc.;
 
2. Reaprender o valor de mastigar bem os alimentos. Isso ajuda na produção de saliva e na digestão também;
 
3. Aumentar a ingestão diária de líquidos, dando preferência à água e aos chás de hortelã, erva-doce, boldo e carqueja. Sucos de frutas também são bem-vindos;
 
4. Se empenhar firmemente para parar de fumar, de ingerir bebidas alcoólicas e de usar drogas, porque costumam agravar ainda mais os quadros de boca seca;
 
5. Excluir da rotina a ingestão de doces muito caramelizados, como frutas em calda, balas de goma e de coco, geleias etc.
 
O especialista, por fim, chama atenção para outra questão fundamental na vida dos portadores de boca seca, que é o uso rotineiro do fio dental e de escovas com cerdas macias. “Para todas as pessoas, de modo geral, a frequência adequada dos cuidados diários de higiene bucal é de, no mínimo, duas vezes ao dia para os adultos e de três vezes ao dia para as crianças”.
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