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Dicas para polir seu carro

Sempre é bom uma camada de cera para seu carro, ela ajuda a proteger a pintura contra ferrugens, sujeiras e do sol. 
 
Mas antes de usa-la veja as seguintes dicas para polir um carro:
 
 
Primeiramente faça uma limpeza profunda no carro por fora.
 
O carro deverá estar na sombra e a lataria não deve estar quente (tirar o carro do sol e colocá-lo na sombra não adianta; é preciso esperar que a lataria esfrie).
 
A cera só fará efeito quando secar, porém não deixe o produto secar por muito tempo.
 
Não passe a cera no carro inteiro para depois polir tudo.
 
Aplique-a e faça o polimento por partes (uma porta, o capô, por exemplo).
 
Passe a cera na parte escolhida com uma flanela (limpa e macia), lentamente e de forma circular.
 
Espere um tempo prudencial (ou o indicado na embalagem) e remova o produto com outra flanela limpa e seca, até o brilho aparecer. Não devem ficar restos de cera.
 
Ao terminar, dê um polimento geral.

Bancos de Couro

Para prolongar a vida útil do revestimento em couro dos bancos de seu carro, confira esses cuidados necessários: 

Limpeza
1 – Poeira: retirar com pano macio e seco; 
2 – Líquidos (café, leite, refrigerante, bebidas alcoólicas e água) e Produtos gordurosos (óleo, azeite, creme e chocolate): 
- remover imediatamente com pano macio e absorvente, friccionando suavemente; 
- limpar com pano levemente umedecido com água morna em solução de sabão neutro; 
- deixar secar naturalmente. 
3 – Recomendações: 
Não utilizar objetos pontiagudos e/ou abrasivos, bem como solventes e produtos agressivos na limpeza, evitando assim danos irreversíveis ao material.
 

Cuidado com os freios

 

O freio exige uma série de cuidados para funcionar perfeitamente. 
 
A primeira coisa é observar, de preferência num mecânico ou loja especializada, o estado das lonas traseiras e das pastilhas, que vã na frente (okay, sei que há carros com pastilhas na quatro rodas, mas são raros e caros!).
 
As pastilhas duram 40 000 km. Claro que se dirigir como um piloto de Fórmula 1, a duração é bem menor. De toda forma, é um número para se ter em mente.
 
Deixar a pastilha gastar até o final também pode detonar (aliás, é muito provável que) o disco de freio. Se isso acontecer, nem pense em fazer o chamado “repasse”, que consiste em lixar o disco até aplainar as saliências deixadas pelo desgaste.

Como regular seu som automotivo

De modo geral a maioria dos sons automotivos já vem com configurações pré-gravavas para determinados estilos musicais como Rock, Pop, Jazz, etc, porém tais configurações deixam a desejar com os usuários mais exigentes que preferem deixar o som com seu próprio estilo.Antes de aprender a regular o som, vale observar os seguntes aspectos:
 
A Qualidade:
 
De modo geral, um som com qualidade é aquele som em que se pode identificar todas as frequencias auditivas sem desequilíbrios, ou seja, graves, médios e agudos nítidos com perfeita definição e sem distorções.
 
O Gosto de cada um:
 
Existem pessoas que gostam de um grave acentuado, outras mais de agudo, e outras médio e por aí vai.
É importante salientar que cada um tem seu próprio estilo e gosto musical, porém algo que não deve ser reproduzido em nenhum caso é a distorção, pois ela é responsável pela queima de alto-falantes, módulos e aumenta o stress de quem estiver ouvindo o som.
 
Agora vamos ver como regular seu som e deixa-lo do seu gosto:
 
A maioria dos radios e sons automotivos possuem um botão chamado EQ, este configura a equalização para os estilos pré-gravados citados no início do post, mas para você que quer regular seu som de forma personalizada, procure o botão SEL, MENU ou AUDIO (varia de acordo com o modelo e marca do seu Som) para ter acesso às configurações do Treble (agudos), Midle (médios, disponível apenas alguns CD-playes) e Bass (graves), através destes comandos é possível deixar o som do jeito que vc quiser.
 
Evitando distorções em trios (som pra fora):
 
Quando estiver ouvindo o som em volumes mais altos ou estiver utilizando o “som pra fora” é natural o grave começe a apresentar distorções, para solucionar este proplema você pode reduzir o ganho do Bass até o audio deixar de apresentar chiados, esta configuração pode desequilibrar seu som, mas o fato da distorção desaparecer vai melhorar significativamente a percepção auditiva do seu som.
 
Configuração ideal para viagens longas:
 
Ao decidir viajar, nada melhor que levar aquela coleção de músicas preferidas, a configuração correta do seu som é importante para evitar seu próprio stress, para reproduções longas é recomendado o som em volumes relativamente baixos com com graves e médios acentuados, alguns aparelhos possuem a função LOUD que automaticamente aciona esta configuração (a função LOUD deve ser desativada ao aumentar significativamente o volume para evitar distorções), porém para os outros aparelhos basta aumentar o Treble em 40%, o Bass em 60% e deixar o Midle normal.
 
Fonte: http://tudosobresom.blogspot.com.br

Calibrar pneus

Pneu descalibrado pode aumentar o consumo em até 20%! A calibragem deve ser semanal e com os pneus ainda frios (rodar menos de 3km). Esqueça as "28 libras" que o frentista costuma colocar, siga o que diz o manual do veiculo.

Não está com o manual em mãos? Sem problema, procure na portinhola do bocal do tanque ou na coluna da porta por uma etiqueta do fabricante indicando a pressão correta. Se for pegar estrada, pode colocar até 10% a mais que o indicado para a carga indicada (mas, cuidado com a pressão máxima admitida pelo pneu, nunca ultrapasse 90% dela!). Na hora de comprar pneus novos, dê preferência para os modelos com menor resistência a rolagem, com eles você consumira menos combustível.

Roda de Liga Leve e Rodas de Ferro

 

As rodas de liga leve utilizam uma liga composta por alumínio (para menor peso), silício e ferro (para ganhar resistência), entre outros metais. São cada vez mais usadas em substituição as rodas de ferro, inclusive a nível internacional, como por exemplo o Japão, onde vão de encontro com as recentes iniciativas das indústrias e do governo japoneses para economia de energia e menores níveis de emissão de poluentes pela redução do peso dos veículos. 
 
O nível da segurança estrutural é garantido pelos dois tipos de construção, seja a roda de liga leve (alumínio) ou ferro (aço). Porém uma roda de alumínio proporciona algumas vantagens adicionais ao aspecto de segurança, comparada à roda de ferro, como por exemplo: 
 
1) Menor densidade da liga de alumínio, representando consequentemente menor peso (aproximadamente 30 até 35 %) para rodas com as mesmas dimensões e aplicações.
2) Menor peso significa também menor movimentação de massa, como também menor consumo de combustível e melhor estabilidade na pista.
3) A liga de alumínio apresenta, comparado à ligas de aço, uma melhor condutibilidade térmica. Isto significa, que a roda de alumínio submetida ao mesmo aquecimento da roda de aço, transferirá menor nível de calorias e consequentemente irá ter um menor aquecimento. Tudo isto, ajuda na preservação do sistema de freio, diminuindo a temperatura do conjunto nas frenagens.
4) Normalmente as rodas de alumínio são rodas monoblocos, significando isto uma única peça, que é bem melhor que as rodas de aço, que no mínimo são compostas pelo aro e o centro, conectado por cordões de solda, que podem oxidar ou talvez até soltar com o tempo e o tipo de solicitação.
5) A roda de alumínio é usinada em tornos CNC, garantindo assim um dimensional melhor, principalmente na região do talão, comparada a roda de aço (que é estampada). Isto consequentemente diminui o nível de ruído e melhora o balanceamento final do conjunto roda-pneu.
6) Devido também ao menor peso, as rodas de alumínio submetem o sistema de suspensão a um esforço menor, garantindo também uma menor força para manobrar. Quanto mais pesada a roda, maior será o esforço necessário para colocá-la em movimento (nas acelerações) ou para fazer cessar esse movimento (com a aplicação dos freios).
 

Cuidados com seu carro ao ir para praia

Quem está pensando em ir à praia deve tomar alguns cuidados para proteger o seu veículo. No litoral, o carro fica exposto a fatores que podem prejudicá-lo, como areia, sol e maresia. Por isso que a recomendação dos especialistas é fazer uma revisão antes e depois da viagem para observar se algum item foi danificado.
 
Em geral, as peças que integram a carroceria são as que mais sofrem com a infiltração de água, sal e areia. Também é comum aparecer ferrugem nos espaços entre as borrachas, nas maçanetas e nos frisos do teto e das portas.
 
Entretanto, saiba que a maresia não compromete apenas a parte externa do carro. O sistema elétrico é outro componente que pode ser danificado em sua visitinha à praia. O risco maior é dos conectores do sistema de injeção eletrônica e da bateria sofrerem oxidação e, com isso, provocarem falhas no funcionamento do motor.
 
Quando voltar para a casa, não deixe de fazer também uma manutenção na caixa de direção e nos amortecedores. Os resíduos de sal e areia podem danificar as coifas do amortecedor e gerar defeitos na suspensão do veículo. Além desse, outros problemas podem acontecer por causa da maresia.
 
Ao voltar de viagem, faça uma lavagem completa do automóvel para tirar os resíduos de maresia que geralmente se acumulam em várias partes do carro. A lavagem inclui a remoção dos bancos e dos carpetes para garantir a limpeza da parte interna. Na hora de efetuá-la, cuidado para não usar produtos que possam atacar a proteção da pintura e outros componentes do veículo.
 
Quando estiver passeando com a família, evite deixar o carro na areia da praia ou muito próximo da orla, já que a maresia pode causar oxidação na lataria.
 
Fique sempre atento aos terminais de bateria, aos filtros de ar e aos conectores elétricos em geral, observando se eles não possuem água, sal e areia.
 

Baterias

As baterias mais antigas precisam ter seu nível verificado e completado semanalmente com água destilada, mas hoje em dia, com as baterias seladas, quase não há preocupação, pois elas não precisam de qualquer tipo de manutenção. 

 
Alguns cuidados podem aumentar a vida útil de sua bateria: 
 
- Evite deixar faróis ou outros equipamentos elétricos ligados enquanto o veículo não estiver em funcionamento. 
- Dê partidas por no máximo 5 segundos, e se o carro não pegar aguarde 30 segundos para uma próxima tentativa. 
- Se a bateria descarregar, procure um auto-elétrico e carregue-a utilizando um aparelho de carga lenta, pois se for de carga rápida pode-se danificar a bateria. 
 

Extintor do carro em ordem

 

O extintor de incêndio do carro não tem vida muito fácil. Apesar de ser esquecido na maioria das vezes, precisa estar sempre em bom estado para não falhar se acontecer alguma emergência. A data de validade é um dos pontos a serem verificados. Outro dado importante: para ser eficaz e evitar multas, o ponteiro do mostrador deve sempre indicar a faixa verde, o que siginifica que ainda está com carga.
 
Para quem não sabe, o equipamento direcionado para os veículos automotores tem material misto, capaz de apagar incêndios de qualquer tipo de componente (seja ele plástico, borracha ou químico). A localização padrão é no chão do carro, junto a coluna frontal direita. Em outras situações, ele também pode ficar em baixo do banco do passageiro, ou do motorista, dependendo da montadora.
O site do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo também indica algumas dicas referentes a forma correta de utilização do extintor. 
 
O ideal na hora da aplicação é manter uma distância de segurança de alguns metros. Posicione o bico de saída, direcionado para o foco do fogo e de maneira firme pressione a alavanca de disparo. Vale lembrar que o extintor de incêndio do carro é um auxiliar na hora do aperto. O melhor é, dependendo da gravidade do problema, entrar em contato rapidamente com os bombeiros e solicitar o socorro.
 

Buracos

Eles estão sempre presentes na cidade ou nas estradas. Velocidades mais altas podem comprometer a possibilidade de um desvio providencial e fazer com que se perca o controle do carro, ganhando uma roda amassada ou um pneu estourado. Ao perceber que não conseguirá evitar um buraco, mantenha o volante reto e não pise bruscamente no freio. Isso fará com que a pancada seja transmitida ao pneu e não diretamente à suspensão. Pisar na embreagem evitará danos ao câmbio, mas aliviar a pressão no acelerador já ajuda a diminuir o prejuízo. 
 

Como andar com carro rebaixado

O amortecedor é um componente da suspensão do veículo e é responsável pelo controle das molas para evitar balanços excessivos e garantir a segurança do automóvel e de seus ocupantes. Sinais como menor estabilidade em curvas, maior distância para a frenagem, desgastes de pneus e peças da suspensão, risco de aquaplanagem, balanço excessivo e vibrações indicam que a vida útil do amortecedor já está comprometida, assim, se você perceber qualquer anormalidade na suspensão é imprescindível que se faça uma revisão ou que se troquem as peças necessárias.
 
Para a galera que tem carro rebaixado na “brabeza” as sensações de desconforto são mais perceptíveis. Para a turma dos rebaixados o recado é claro. Não adianta ficar desesperado, a melhor maneira de se conduzir para evitar qualquer tipo de obstáculos é dirigindo com atenção, pois as ruas das grandes cidades escondem armadilhas constantes para os carros rebaixados. Evitar ruas com lombadas é uma boa solução, mesmo que para isso o trajeto se torne ainda mais longo. Desta forma pode-se estar evitando prejuízos maiores e mais caros. Cuidados básicos como estes para manter a conservação dos componentes da suspensão não podem ser esquecidos. “É completamente possível evitar maiores danos, mas arranhões e raspões são inevitáveis. E como dizem, ‘este é o preço do sucesso’”. Rodar com um carro rebaixado requer que seu dono esteja consciente dos cuidados que um rebaixado exige.
 
Entradas em garagens, valetas, buracos e lombadas (muitas das vezes irregulares) acabam surgindo como obstáculos cotidianos dificultando a vida dos carros rebaixados. A velha solução de entrar de lado nas lombadas e em guias rebaixadas pode acabar corrompendo o monobloco do carro ou sobrecarregando alguma das suspensões. Lembre-se que carros com suspensão rebaixada ficam muito próximos ao solo. Dirigir com cuidado, ficar ligado nas ruas em que se trafega e andar sempre em baixas velocidades ainda é a melhor solução para evitar surpresas desagradáveis.
 
AQUI VÃO ALGUMAS DICAS PARA SE RODAR TRANQUILO COM UM CARRO REBAIXADO.
 
1- Saídas de garagens exigem que o carro esteja com o menor peso possível, preferencialmente com o motorista apenas;
2- As valetas devem ser atravessadas em primeira marcha e sem se usar o freio. Porém, é preciso que se passe reto e devagar, acelerando apenas no fim;
 
3- Em lombadas é preciso reduzir antes e frear. Evite passar com o carro de lado para não empenar a carroceria, rachar o monobloco ou sobrecarregar a suspensão;
 
4- Caso você esteja em alta velocidade e surgir um buraco ou uma lombada as dicas são as seguintes:
a) Mantenha a velocidade constante;
 
b) Nunca freie no buraco ou na lombada. A roda parada concentra o impacto num único ponto, o que pode destruí-la para sempre e ainda danificar a suspensão.
 
c) Rodas grandes e pneus de perfil baixo precisam rolar lentamente até encostar-se ao obstáculo evitando o impacto direto e o surgimento de bolhas.
 
Essas são dicas bem úteis para se preservar a suspensão dos carros, especialmente as de carros rebaixados. As dicas estão ai, agora é só aproveitar o passeio no seu possante rebaixado.
 
Texto: Eduardo Silva.
Fotos: Divulgação – Internet.

Amortecedores: como usar, quando trocar, como aumentar a sua vida útil.

Os amortecedores são muito importantes no nosso carro. Eles são responsáveis por controlar e diminuir o balanço e as oscilações que o carro sofre
Os amortecedores são muito importantes no nosso carro. Eles são responsáveis por controlar e diminuir o balanço e as oscilações que o carro sofre. Apenas lembramos do amortecedor quando ele está ruim. O nosso conforto sai bem prejudicado.
 
Quem dá o molejo e o conforto do carro é a mola, mas sem a ajuda do amortecedor, a cada vez que se passasse em cima de uma lombada, o carro ficaria balançando por um bom tempo, o que seria bem irritante.
 
O amortecedor trata de fazer com que o balanço da mola pare rapidamente. Como podemos fazer para que o amortecedor tenha uma maior vida útil? Como devemos usar o carro para que ele seja menos prejudicado e continue funcionando bem?
 
Uma coisa importante a fazer é escolher caminhos mais suaves. Se você pode chegar até a sua casa por uma rua de asfalto e outra de paralelepípedos, você já sabe qual delas deve usar para desgastar menos o amortecedor, é óbvia a escolha.
 
Se os amortecedores tiverem que trabalhar menos, vão poder durar mais. Se tiver que passar por uma rua ruim, sem alternativas, escolha fazer isso devagar. O mesmo vale para as lombadas, passe por elas sem pressa.
 
Para sermos mais gentis com nossos amortecedores, temos sempre que verificar todo o conjunto da suspensão. Se ela estiver boa, não vai maltratar eles. Verifique as buchas. SE tiver alguma rachada ou gasta, tem que trocar.
 
As molas também devem estar boas. Se tivermos molas que já passaram da hora da troca, elas vão cair, ou seja, sustentar menos o carro. Com isso, o veículo inteiro estará apoiado em cima dos amortecedores, o que vai fazer com que eles se gastem bem rápido.
 
Quando trocar os amortecedores? Algumas marcas dizem que temos de fazer a troca a cada 30.000 quilômetros, mas isso nem sempre é necessário. Se o uso que você faz do carro é sempre suave, ou se você sempre anda em estrada, pode ser que eles durem o dobro disso, tranquilamente.
 
E como saber se os amortecedores estão bons? Balance um canto do carro, tanto da dianteira quanto da traseira, empurrando aquela parte com força para baixo. O carro deverá balançar no máximo uma vez.
 
Se ele balançar mais do que isso, os amortecedores não estão bons mais. E prepare-se, pois eles são meio caros. E a idéia de que as molas são mais baratas é errada. Elas muitas vezes custam 80% do valor do respectivo amortecedor.
 
 
Fonte: http://www.itatotal.com.br/dicas-automotivas-visualizar.asp?cod=18

Como economizar gasolina

Se cada vez que você vai encher o tanque seu bolso grita, aqui vão alguns conselhos simples que lhe ajudarão a economizar gasolina, independentemente do carro que você usa. 

Inicialmente meça quanto seu carro consome, para isto encha o tanque de gasolina e ponha em zero o odômetro do carro (o contador de quilômetros que normalmente fica debaixo do indicador de velocidade). No momento de encher de novo o tanque, tome nota de quantos quilômetros percorreu e divida-o pela quantidade de litros que colocou em seu tanque. Por exemplo 500Km / 50 litros = 10 Km x litro. 
Uma vez que você saiba o consumo de seu carro nas condições em que costuma dirigir, comece aplicando os conselhos abaixo. Você deve ver resultados já no próximo abastecimento e seu bolso vai agradecer! 
 
Pneus 
Calibre os pneumáticos de seu carro cada vez que encher o tanque. O ideal é ler no manual do carro para saber qual é a pressão ideal. Isto melhorará entre 2 e 3 % o consumo. 
 
Carga desnecessária 
Elimine o peso desnecessário do veículo. Quanto mais pesado, mais você terá que acelerar o carro para obter a velocidade desejada. Libere do porta-malas: ferramentas, malas, livros, brinquedos e tudo o que não seja necessário levar. Já são mais 1 ou 2% de melhora no rendimento de seu carro. 
 
Limpeza 
Mantenha seu carro limpo e encerado! Sim, numa viagem longa, peritos dizem que se pode economizar até 7%, já que se reduz a resistência do ar em contato com a superfície do carro e se aumenta a aerodinâmica. 
 
Marcha Adequada 
Utilize a marcha mais alta possível, quando estiver viajando a uma velocidade média e constante. Quando o veículo começa a mover-se, necessita maior força do motor e para isso você coloca a 1ra marcha, uma vez que o veículo alcance certa velocidade é recomendável ir trocando as marchas até a maior sem chegar a ocasionar vibrações ou forçar o motor. Deste modo você só precisará apertar levemente o acelerador e seu motor consumirá menos gasolina. 
 
Trânsito lento 
Em trânsito congestionado é recomendável desligar o motor, se for permanecer mais de 5 minutos parado. Isso diminuirá o consumo e o motor não trabalhará sem necessidade. 
 
Ar- Condicionado 
Em trechos curtos de cidade ou à baixa velocidade evite usar o ar condicionado. O uso deste dispositivo aumenta o consumo de gasolina em 10% aproximadamente. Em viagens longas, de estrada, não é recomendável manter as janelas abertas já que se criará uma resistência aerodinâmica e uma turbulência dentro do veículo que fará que se exija mais do motor aumentando o consumo. 
 
Organize suas viagens 
O motor de seu caro, quando está frio consome mais gasolina que quando quente, portanto fazer várias paradas enquanto o motor está frio aumenta o consumo. Organize os trajetos mais longos primeiro para que o motor esquente e chegue à temperatura de operação ideal, depois os trechos mais curtos. Isto lhe ajudará a economizar alguns litros por semana. 
 
Estilo de Direção 
Dirija com calma, especialmente se o trânsito estiver lento ou se estiver na cidade. De nada serve acelerar fortemente o motor se na próxima esquina terá que parar novamente. Aceleradas violentas aumentam o consumo e em distâncias curtas não economizará mais que alguns segundos. 
 
Manutenção 
Faça manutenção do seu carro de acordo com o Manual de Manutenção do Fabricante. Velas novas, filtros de ar e gasolina limpos, óleo em condições ideais, gasolina de octanagem adequada farão que melhore o desempenho do carro até 10%.

10 dicas para salvar o seu carro da enchente

Como em todos os anos, o verão chegou trazendo enchentes e alagamentos. Quem é pego de surpresa por um temporal ou precisa trafegar com o carro em uma situação como essa deve tomar algumas precauções para não acabar estragando o veículo. O Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi) dá algumas dicas sobre como prevenir dores de cabeça em função do aguaceiro.
 
1. Não tente dar a partida caso o motor morra durante a travessia de uma área alagada. Mantenha o veículo desligado e remova-o até uma oficina. Essa prática evita o chamado calço hidráulico, que é a entrada de líquido na câmara de combustão, causando a quebra de componentes internos. Reparar o motor que sofreu calço hidráulico não é barato, portanto, não arrisque.
 
2. Não enfrente o alagamento caso o nível da água esteja acima do centro da roda. A maioria das montadoras também estabelece uma altura máxima para que se possa atravessar um trecho alagado.
 
3. Dirija em baixa velocidade e mantenha uma rotação constante do motor em torno de 2.500 RPM. Isso diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, tornando mais difícil a admissão do líquido e a contaminação de componentes eletroeletrônicos. A aderência e a dirigibilidade também melhoram.
 
4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, troque as marchas manualmente, selecionando a posição "1". Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, o que torna possível manter o motor em uma rotação maior. Outra possibilidade é alternar a troca de marchas manualmente entre "N" e "1", mantendo a velocidade baixa e a rotação do motor em 2.500 RPM durante o trecho alagado.
 
5. Utilize o ajuste de tração conhecido como "Winter" ou "Snow", caso seu veículo disponha dessa função, oferecida como opcional em alguns carros automáticos. Embora seu propósito seja de aumentar a segurança em trechos de baixa aderência, como neve ou lama, essa função também pode ser usada durante alagamentos. Ela evita que o carro patine, graças ao bloqueio do diferencial, e facilita o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.
 
6. Mantenha a calma se, durante a travessia, o carro apresente "sintomas" como aumento de esforço ao girar o volante (caso o veículo disponha de direção hidráulica); variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos; alertas sonoros; flutuação dos ponteiros; luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e freios ABS acesas; aumento do esforço ao acionar os freios; e interrupção do funcionamento da tração 4x4 (caso o veículo seja a diesel). Esse quadro provavelmente é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba de direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (nos veículos diesel), o que, na maioria das vezes, é um quadro passageiro que não impede o motorista de dirigir. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.
 
7. Desligue o ar condicionado para reduzir o risco de calço hidráulico. Essa precaução impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor.
 
8. Se o carro tiver sido rebaixado e turbinado, os riscos de sofrer calço hidráulico aumentam. Redobre a atenção aos procedimentos sugeridos para evitá-lo.
 
9. Caso você enfrente um alagamento mais sério, faça um check up mesmo que o carro não apresente problemas num primeiro momento. Corrija, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem causar grandes transtornos. Peça também uma avaliação do cânister, do óleo da transmissão e dos eixos diferenciais, no caso de veículos com tração traseira ou 4x4. Esses conjuntos podem ter sido contaminados, o que leva à redução da vida útil de seus componentes, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, na suspensão e nos freios.
 
10. Caso você enfrente consecutivos alagamentos, limpe o sistema de ventilação, que poderá ter sido contaminado por fungos, bactérias e outros micro-organismos.
 
 
Fonte:Revista Quatro Rodas
link: http://quatrorodas.abril.com.br/reportagens/10-dicas-salvar-seu-carro-enchente-671065.shtml

Dicas de como dirigir na chuva

 

Um dos grande problema na hora de dirigir é a chuva. Todos os motoristas sentem muitas diferenças de dirigir em uma pista molhada e em uma seca. Enquanto está chovendo as ruas ficam mais escorregadias e isso causa perca de estabilidade do automóvel. A sua atenção deverá ser redobrada ao dirigir em pista molhada. Em dias assim sua visibilidade é bem menor e a probabiliade para que existam acidentes de trânsito são consideravélmente maiores.  Se possível, não saia para dirigir na hora que está chovendo. Abaixo algumas dicas para te ajudar em tempos assim.
 
Quando começar a chover é bom você desacelerar o carro. Ande mais devagar para que ele possa ter mais contato com o solo., se o carro não estiver estável pode acontecer a “aquaplanagem” que faz o pneu perder contato com o solo e você não conseguirá o conduzi-lo bem. A estabilidade cai muito nos dias de chuvas.
 
Sempre que estiver chovendo ligue os faróis, pois eles te ajudarão na visibilidade e também  ajudarão a guiar o carro que estiver atrás de você.
 
Nunca se esqueça de ligar o limpador de pára-brisa.
 
Quando a chuva estiver muito forte ou se você não estiver enxergando 30 metros a sua frente reduza a velocidade do seu carro para 15 km/h ou pare.
 
Não freie rapidamente, pois isso poderá fazer com o que o seu carro rode.
 
Verifique pelo retrovisor se o seu pneu está deixando algum rastro grosso no asfalto significará que ele está bom, mas se ele não estiver marcando significa que já está na hora de trocar.
 
Essas são algumas dicas que te auxliarão em quanto estiver dirigindo na chuva, e você nunca deve deixar de prestar muita atenção no trânsito, principalmente em dias de chuvas. Dirija sempre para você e para os “outros também”.
 
Fonte:
http://clikaki.com.br/dicas-de-como-dirigir-na-chuva/
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